Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

 

A face «oculta» de Portugal

 

 

 

mete nojo aos cães. Segredo de

 

justiça escancarado,

 

quando convém

 

e de forma

 

politicamente conveniente,

 

é pão e circo.

 

 

 

    Não mais que pão e circo?  Perigoso pão, perigoso circo.  

 

 

 

 

Agora, com mais tempo, vejo-vos daqui de longe e antes de ir arranjar outra perna de outra cadeira etc e tal, coisas dos dias que passam sem importância, é sobre o carnaval da minha terra que me chega pela imprensa online, televisões, comentadores, um historiador travestido de stalker às voltas com 2500 fotografias de Sócrates penduradas nas paredes da caverna abrupta e como se pode levar isto tudo a sério? Só quem não for peão das nicas se dá ao luxo de ver a cores, porque quem é apanhado na voragem, acredito, passa a ter direito a tudo escuro sob o peso de insinuações e mais insinuações e a palavra alegada declinada em todo o seu esplendor e ainda um procurador que escuta de tudo e muito, aliás quem não escuta e não for escutado não é português? Que país é o meu com as luminárias do costume, oh puras luminárias aos gritos agarra-que-é-ladrão em qualquer direcção? Não. A roda livre trituradora de culpados e inocentes, misturados, sem a protecção que é de direito e legítima, a roda da porca desta política, porque disto se trata, pretende dar a volta ao jogo e chegar à casa de partida com Sócrates ao barulho. Dê lá por onde der. E as pessoas? As pessoas querem mesmo saber se isto anda tudo metido num assado quando lhes vendem que é assim porque sim e plim? Uma vez aqui chegados, certo é que voltamos à casa de partida de onde sairemos, se for esse o caso, sem saber onde e quando iremos parar, é como quem diz, porque de uma forma ou de outra o que interessa é completar a quadratura do círculo, não exactamente essa mas também, em que primeiro se atira à espera de ver no que dá, portanto, dizia eu, tiro e queda, tal e qual para tudo voltar à mesma ferifoga que em Portugal já vai muito, mas mesmo muito para lá de Marraquexe. Hã? Em Portugal, esse papo saído das entranhas da justiça já está em Teerã

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Fatima Rolo Duarte às 09:06
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